sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
A TRISTEZA QUE PRODUZ ARREPENDIMENTO – 2Co 7.10
- Prezada igreja,
- Na (quarta-feira de cinzas), é o dia em que as pessoas que, por tradição católica, vão às igrejas para, diante do sacerdote, receberem uma cruz de cinzas, como sinal de arrependimento e busca de purificação, durante a “Quaresma”, (período compreendido entre a quarta “de cinzas” e a sexta “da paixão”, totalizando 45 dias).
- Muitos perguntam: Por que quarta-feira de cinzas? De acordo com a tradição católica, embora não exista nada na Bíblia que fale sobre isso, subentende-se que, quando a Bíblia fala em arrependimento sincero no qual as pessoas colocavam pó e cinza sobre a cabeça, como sinal de contrição, levou os seguidores da igreja de Roma a essa prática. Os fiéis (que pularam carnaval), como sinal de arrependimento, recebem na testa uma cruz de cinzas, significando com isso que estão arrependidos e que são cristãos. Mas isso tudo é “preceito de homem”. O verdadeiro cristão (crente em Cristo Jesus), busca arrependimento todos os dias. Além do mais, não pula carnaval, porque é uma festa mundana, com todos os requintes de pecado, desde a bebedeira, passando pelas drogas, culminando com a depravação da juventude.
- Outra prática que não tem qualquer apoio bíblico, é a abstenção de carne em todas as sextas-feiras desse período e jejum que ao término, se come com glutonaria. Como crentes, devemos levar uma vida jejuada. A Bíblia nos ensina que a “gula” é pecado da carne e por isso, devemos nos alimentar com prudência e nos abster sempre de pecar, satisfazendo a carne. Neste mundo, somos ensinados nas Sagradas Escrituras, que o pecado leva à morte espiritual como pagamento (Rm 6.23).O texto de hoje nos ensina que devemos nos entristecer quando pecamos e buscar em Deus, o sincero arrependimento. Arrependidos, devemos nos apropriar do perdão divino e procurar não mais cair em pecado. Isso, na Bíblia se chama “CONTRIÇÃO”. Um coração quebrantado e contrito, Deus não despreza jamais (Sl 51.17b). João, “o apóstolo do amor” nos ordena a não pecar. Contudo, se isso acontecer, temos alguém a quem recorrer. Jesus Cristo o Justo (1Jo 2.1-2), nosso advogado por excelência, que é a propiciação pelos nossos pecados.Paulo nos ensina no texto de hoje, que “a tristeza segundo o mundo, produz morte, enquanto a tristeza segundo Deus, produz arrependimento sincero”. Você algum dia já se entristeceu porque pecou? Você confessou seu pecado a Deus e tomou posse do perdão? Eu já! Essa atitude deve ser tomada diariamente. O salmista Davi disse: “Quem há que possa discernir as próprias faltas? Absolve-me das que me são ocultas. Também da soberba guarda o teu servo, que ela não me domine; então, serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão”. Este é um modelo de oração que todo filho de Deus, deve fazer sempre. Por quê? Porque muita vez pecamos involuntariamente, omitindo de fazer o que certo, por ter discernimento do certo e do errado.
- Que neste período, até à Páscoa, vivamos com o coração contrito a Deus, procurando amar mais “uns aos outros” e servir ao Senhor com alegria, em obediência à sua Palavra. “Soli Deo Glória”. CFA.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
AUTOENGANO – Juízes 21.13-35
Diletos irmãos e leitores,
Hoje é o domingo de carnaval. Embora haja falta de chuva e racionamento de água, escassez de dinheiro nos governos, como é o caso do DF, mesmo assim, desde o início de fevereiro, os blocos e escolas de samba têm feito suas pré-apresentações. No geral, esse pessoal não tem o menor discernimento da vida, porque para eles vale mais se alegrarem durante esses dias, do que uma alegria natural e verdadeira, que é conhecer a Cristo como Senhor e Salvador pessoal. Eles se enganam a si mesmos.
Em Lucas 12.57, Jesus falava sobre os sinais dos tempos e pergunta: “E por que não julgais também por vós mesmos o que é justo?”.
A justiça hoje em dia perdeu o seu verdadeiro significado. Mas a justiça de Deus continua imutável e se nós a praticarmos,seremos bem-aventurados. Os ouvintes de Jesus deveriam interpretar o tempo presente. Nós hoje agimos e pensamos de forma diferente do que se fazia há 50 anos. Qual a causa? Novas filosofias? Novidades científicas? Acontecimentos mundiais mudaram nosso modo de pensar. Como ficam os princípios bíblicos em meio a tudo isso?
O livro de Juízes fecha com a frase: “Cada um fazia o que lhe parecia certo”. Parece exatamente o que ocorre hoje. Há uma opinião corrente por aí de que a mente humana não passa do resultado de reações bioquímicas no cérebro. Portanto, alma, espírito, personalidade não existiriam. Nesse caso, não seríamos responsáveis por nossas escolhas. Não haveria certo e errado. Vale tudo.
Aqueles israelitas desorientados, tinham feito um juramento. Uma guerra civil havia dizimado a tribo de Benjamim. As demais tribos juraram não dar suas filhas aos que restaram dos benjamitas. A tribo desapareceria. Então inventam um estratagema. Dariam suas filhas de um modo que não quebrasse o juramento. Alguém já disse que o homem é o único animal que mente para si mesmo e acredita. Os israelitas anestesiaram a sua consciência. Enganaram-se a si mesmos.
Assim somos nós. Achamos que o comparecimento a algum culto religioso nos libera para pecar. Já cumpri o meu dever. O resto não importa. Não interpretamos o nosso tempo, não averiguamos a origem dos valores. O fim disso é a ideia de que não existe Deus nem prestação de contas. Bem e mal se confundem. De onde vêm tais ideias, tais “valores”, tais formas de ver a vida? Jesus disse ao que fez a escolha de dedicar sua vida ao ajuntamento de bens (Lc 12.20): “Esta noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que você preparou?”. Enganar a mim mesmo não me livra do julgamento divino.
Nestes dias Satanás está sendo exaltado e Deus criticado. As escolas de samba apresentam os mais lindos desfiles e os governos dizem que é folclore. Por trás disso está a astúcia satânica e muitos são enganados e caem. Graças a Deus que os nossos jovens, como também muitos outros, estão fugindo dessa balbúrdia e buscando a Deus em retiro espiritual, em nosso acampamento. Que você não caia nas ciladas do diabo e não se contamine, em nada, com o mundo em que vivemos. A Bíblia diz: “Sede santos, porque eu sou santo” (1Pe 1.16).
Com votos de uma vida santa, seu conservo - Clóvis.
O livro de Juízes fecha com a frase: “Cada um fazia o que lhe parecia certo”. Parece exatamente o que ocorre hoje. Há uma opinião corrente por aí de que a mente humana não passa do resultado de reações bioquímicas no cérebro. Portanto, alma, espírito, personalidade não existiriam. Nesse caso, não seríamos responsáveis por nossas escolhas. Não haveria certo e errado. Vale tudo.
Aqueles israelitas desorientados, tinham feito um juramento. Uma guerra civil havia dizimado a tribo de Benjamim. As demais tribos juraram não dar suas filhas aos que restaram dos benjamitas. A tribo desapareceria. Então inventam um estratagema. Dariam suas filhas de um modo que não quebrasse o juramento. Alguém já disse que o homem é o único animal que mente para si mesmo e acredita. Os israelitas anestesiaram a sua consciência. Enganaram-se a si mesmos.
Assim somos nós. Achamos que o comparecimento a algum culto religioso nos libera para pecar. Já cumpri o meu dever. O resto não importa. Não interpretamos o nosso tempo, não averiguamos a origem dos valores. O fim disso é a ideia de que não existe Deus nem prestação de contas. Bem e mal se confundem. De onde vêm tais ideias, tais “valores”, tais formas de ver a vida? Jesus disse ao que fez a escolha de dedicar sua vida ao ajuntamento de bens (Lc 12.20): “Esta noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que você preparou?”. Enganar a mim mesmo não me livra do julgamento divino.
Nestes dias Satanás está sendo exaltado e Deus criticado. As escolas de samba apresentam os mais lindos desfiles e os governos dizem que é folclore. Por trás disso está a astúcia satânica e muitos são enganados e caem. Graças a Deus que os nossos jovens, como também muitos outros, estão fugindo dessa balbúrdia e buscando a Deus em retiro espiritual, em nosso acampamento. Que você não caia nas ciladas do diabo e não se contamine, em nada, com o mundo em que vivemos. A Bíblia diz: “Sede santos, porque eu sou santo” (1Pe 1.16).
Com votos de uma vida santa, seu conservo - Clóvis.
sábado, 7 de fevereiro de 2015
OS DOIS CAMINHOS DA JUSTIÇA – Romanos 10.1-21
Diletos irmãos e leitores,
Nosso culto de hoje é voltado para evangelismo. A missão de evangelizar foi dada a todo crente, seja sábio ou não, seja rico ou não, seja preparado ou não. Neste capítulo Paulo ensina que os judeus rejeitaram a justiça de Deus, praticando a sua própria justiça. Esta tem apenas dois caminhos: um pelas obras da lei, procurando a justiça no esforço próprio, e o outro pela fé no Cristo ressurreto, o Salvador dos perdidos.
Embora zelosos por Deus, os judeus faziam isso, sem entendimento, sem discernimento, mas apenas para cumprir a lei de Moisés. Eles não conheciam a justiça Divina, que é ideal para todos, e estabeleceram sua própria justiça.
Paulo diz que “o fim da lei é Cristo”. A Bíblia ensina que a lei e os profetas duraram até João Batista (Lc 16.16) e desde esse tempo vem sendo anunciado o Evangelho do Reino de Deus. O versículo 17 afirma que “é mais fácil passar o céu e a terra, do que cair um til da Lei”. Paulo disse que a Lei é santa justa e boa, mas serviu apenas de elo entre Moisés e Cristo. Segundo Shedd, “o fim da lei tem dois sentidos: por um lado é “alvo” ou “finalidade”; e por outro, “término” ou “fim”. Cristo corresponde a ambos, pois Ele é o alvo da lei (Gl 4.1-7) e o fim da lei como meio de ganhar o favor de Deus”.
Os versículos 5 a 10 mostram que a lei mosaica mandava praticar a justiça, para viver por ela. A Palavra da fé, porém, está entre nós e nos ensina que se confessarmos a Cristo como Senhor, seremos salvos. Pois é com o coração que se crê para justiça, mas é com a boca que fazemos a confissão a respeito da salvação. Você já confessou seus pecados e creu em Cristo?
Os versículos 11 a 13 ensinam que quem crer não será confundido e que todo o que invocar o nome do Senhor, será salvo. Para isso porém, é preciso que o evangelho seja pregado, para que a fé seja dinamizada (v.14-15). Isto compete à igreja, a mim e a você.
Os versículos 14-21 desenvolvem a resposta ao problema da oferta do evangelho universal e da recusa dos judeus em aceitá-lo. É verdade que não podem invocar aquele em quem não creram, nem crer naquele de quem nada ouviram. Mas isto não é o caso de Israel. Em toda parte onde havia uma comunidade judaica o evangelho foi levado (v.18). A rejeição é uma confirmação do coração rebelde e contradizente. Portanto, Deus está oferecendo Sua salvação a um “não povo”, isto é, aos gentios “que não me procuravam”, para assim provocar ciúmes no povo escolhido.
A oferta do evangelho: é para todos (v.12). É gloriosamente simples para que se aproprie dele (v.13). Todos que o conhecem têm a obrigação de divulgá-lo (v.14-15); alguns sem falta o aceitarão (v.20). É o que aconteceu com você e eu.
Reflita sobre sua vida, neste ano da “Comunhão Fraternal” e amplie o número de irmãos, evangelizando pelo menos uma pessoa neste ano e trazendo-a para a igreja, para o nosso convívio. Há muita gente também desviada, desanimada e decepcionada com a falta de amor dos irmãos. Se você sabe de alguém nessa situação, vá ao seu encontro e exponha o amor de Deus, mostrando o seu amor por essa pessoa. Há um cântico antigo que diz: “Há momento em que as palavras não resolvem; mas um gesto de Jesus, demonstrou amor por nós”. Demonstre amor por alguém que está perdido, ou desviado do caminho do Senhor.
Que a boa mão do Senhor conduza a sua vida ao evangelismo, para que o Reino de Deus seja ampliado e sua vida seja cheia de alegria. Este é o meu desejo. Clóvis.
Nosso culto de hoje é voltado para evangelismo. A missão de evangelizar foi dada a todo crente, seja sábio ou não, seja rico ou não, seja preparado ou não. Neste capítulo Paulo ensina que os judeus rejeitaram a justiça de Deus, praticando a sua própria justiça. Esta tem apenas dois caminhos: um pelas obras da lei, procurando a justiça no esforço próprio, e o outro pela fé no Cristo ressurreto, o Salvador dos perdidos.
Embora zelosos por Deus, os judeus faziam isso, sem entendimento, sem discernimento, mas apenas para cumprir a lei de Moisés. Eles não conheciam a justiça Divina, que é ideal para todos, e estabeleceram sua própria justiça.
Paulo diz que “o fim da lei é Cristo”. A Bíblia ensina que a lei e os profetas duraram até João Batista (Lc 16.16) e desde esse tempo vem sendo anunciado o Evangelho do Reino de Deus. O versículo 17 afirma que “é mais fácil passar o céu e a terra, do que cair um til da Lei”. Paulo disse que a Lei é santa justa e boa, mas serviu apenas de elo entre Moisés e Cristo. Segundo Shedd, “o fim da lei tem dois sentidos: por um lado é “alvo” ou “finalidade”; e por outro, “término” ou “fim”. Cristo corresponde a ambos, pois Ele é o alvo da lei (Gl 4.1-7) e o fim da lei como meio de ganhar o favor de Deus”.
Os versículos 5 a 10 mostram que a lei mosaica mandava praticar a justiça, para viver por ela. A Palavra da fé, porém, está entre nós e nos ensina que se confessarmos a Cristo como Senhor, seremos salvos. Pois é com o coração que se crê para justiça, mas é com a boca que fazemos a confissão a respeito da salvação. Você já confessou seus pecados e creu em Cristo?
Os versículos 11 a 13 ensinam que quem crer não será confundido e que todo o que invocar o nome do Senhor, será salvo. Para isso porém, é preciso que o evangelho seja pregado, para que a fé seja dinamizada (v.14-15). Isto compete à igreja, a mim e a você.
Os versículos 14-21 desenvolvem a resposta ao problema da oferta do evangelho universal e da recusa dos judeus em aceitá-lo. É verdade que não podem invocar aquele em quem não creram, nem crer naquele de quem nada ouviram. Mas isto não é o caso de Israel. Em toda parte onde havia uma comunidade judaica o evangelho foi levado (v.18). A rejeição é uma confirmação do coração rebelde e contradizente. Portanto, Deus está oferecendo Sua salvação a um “não povo”, isto é, aos gentios “que não me procuravam”, para assim provocar ciúmes no povo escolhido.
A oferta do evangelho: é para todos (v.12). É gloriosamente simples para que se aproprie dele (v.13). Todos que o conhecem têm a obrigação de divulgá-lo (v.14-15); alguns sem falta o aceitarão (v.20). É o que aconteceu com você e eu.
Reflita sobre sua vida, neste ano da “Comunhão Fraternal” e amplie o número de irmãos, evangelizando pelo menos uma pessoa neste ano e trazendo-a para a igreja, para o nosso convívio. Há muita gente também desviada, desanimada e decepcionada com a falta de amor dos irmãos. Se você sabe de alguém nessa situação, vá ao seu encontro e exponha o amor de Deus, mostrando o seu amor por essa pessoa. Há um cântico antigo que diz: “Há momento em que as palavras não resolvem; mas um gesto de Jesus, demonstrou amor por nós”. Demonstre amor por alguém que está perdido, ou desviado do caminho do Senhor.
Que a boa mão do Senhor conduza a sua vida ao evangelismo, para que o Reino de Deus seja ampliado e sua vida seja cheia de alegria. Este é o meu desejo. Clóvis.
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